sábado, 14 de maio de 2011

Bioma Amazônia part.3


Mundo dos animais


Olá pessoa aqui está a ultima parte do Bioma Amazônia, e nessa ultima postagem irei fala um pouquinho dos animais que vivem neste bioma e um pouco da situação da Amazônia em relação ao desmatamento.
Como a fauna do Amazônia é muito grande irei colocar os principais pontos.

O bioma Amazônico é imbatível em diversidade de espécies animais. Desde " gigantes", como a cobra sucuri e o peixe pirarucu passando por macacos, araras, papagaios, tartarugas, jacaré, aranhas, até a enorme variedade de insetos. Mas há ainda muito a ser descoberto, pois cerca de 70% das coletas sobre a biodiversidade do bioma estão restritas ao entornos de Belém e Manaus. É como se estivéssemos tentando conhecer o bioma todo olhando pelo buraco da fechadura. Na verdade, a maior biodiversidade do planeta é desconhecida, e a maioria do seu território ainda inexplorado pela ciência.
Esse fato muita gente diz que é bom pois o homem destrói tudo e se soubesse de tudo concerteza acabaria também mais por outro lado há plantas que podem curar doenças hoje incuráveis como o câncer que o homem ainda não encontrou .
Dados: 
Mamíferos - 311
Répteis - 600
Anfíbios - 250
Peixes - 2100
Aves - 1200
Aracnídeos - 500
Entre outro.. ( Dados estimados)

Desmatamento


Não é apenas pela sua grandeza e biodiversidade que a Amazônia chama a atenção do mundo. Dados alarmantes sobre a destruição das florestas e a ameaça de extinção de muitas espécies também costumam ser assunto na mídia.
  • Para ter uma ideia da gravidade da situação, faça o seguinte exercício: some os territórios de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santos. Reúna um exército incansável armado com motosserras e tratores que dizime toda a cobertura vegetal desses três estados. Imagine essa área imensa pelada, sem árvores, substituídas por pastagens, plantações de soja e muita terra queimada. Esse é o cenário geral do desmatamento na Amazônia: 700 mil km² de floresta destruídos em cinco décadas de ocupação predatória e desorganizada. Só nos últimos cinco anos foram mais de  100 mil km² desmatados, uma área maior do que a de Portugual           Revista Amazônia 2007
Queimas , construções de hidrelétricas , exploração de minérios com uso de mercúrio, abertura de estradas empreendimentos agropecuários, crescimento urbano desordenado exercem enorme pressão sobre a floresta, e o resultado é que 17% da cobertura original da Amazônia brasileira deixou de existir. As áreas mais desmatadas ficam a sudeste e a leste, no chamado Arco de Desmatamento, registrado exaustivamente nas imagens geradas por satélites que monitoram a região.


A destruição da floresta afeta não só a Amazônia, mas todo o planeta. Além  da perda de muitas espécies da flora e da fauna e da ameaça a povos e culturas tradicionais da região, o desmatamento afeta o ciclo das águas e adiciona cerca de 200 milhões de toneladas de carbono a atmosfera, colocando o Brasil entre os 10 maiores vilões do aquecimento global. Num cenário pessimista, a temperatura do bioma poderá aumentar 8ºC. A alteração do regime de chuvas proporcionada por altas temperaturas e pelo desmatamento pode extinguir a floresta em alguns anos.

A Amazônia tem futuro?

Há muito a ser feito, começando pela aplicação consciente e sistemática do conceito de desenvolvimento sustentável. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da sociedade moderna cem comprometer as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Além de implantação de projetos que tenham como suporte o conceito de desenvolvimento sustentável, vários estudiosos apontam que uma das ações mais importantes para a Amazônia é ordenar o avanço da fronteira agrícola. O cultivo de soja, por exemplo, vai seguindo para o norte de Mato Grosso, em direção aos estados do Amazonas e Pará. Estradas clandestinas, exploração ilegal de madeira e caça de animais silvestres seguem no rastro dessa expansão.
Já existem na Amazônia ( como em outros biomas) várias iniciativas de controle ambiental, o que é um primeiro passo para a sua preservação.

O que nós, cidadãos comuns, devemos fazer como consumidores? 

  • Nunca comprar animais silvestres como animais de estimação ou sem autorização do Ibama. Issé ilegal e colabora para a extinção de várias espécies.
  • Sempre que formos comprar algum produto feito de madeira, verificar se a madeira é certificada, ou seja proveniente de projetos de manejo sustentável.
  • Quando  compramos peças de artesanato, dar preferências ás  elaboradas com fibras, sementes e cascas em detrimento das que têm penas e peles de animais.
  • Comprar para nós e para presentear livros que tratam da Amazônia. Há belos livros para todas as idades.


Bom galera essa é a Amazônia esperam que tenham gostado e aguardem sobre os demais biomas !!



quarta-feira, 11 de maio de 2011

Expedição na Amazônia revela 'peixe-onça'

Bom galera como estou fazendo uma serie sobre o bioma Amazônia achei uma reportagem que a BBC Brasil postou em seu site no dia 02/05/11

Stenolicnus ix, catfish, amazon, new species, fish, must credit Adriano Gambarini/Conservation International Pesquisadores tiveram que peneirar a água para encontrar o peixe (Todas as fotos: Adriano Gambarini/Conservation International)


Um minúsculo peixe com pintinhas escuras é uma das mais recentes novas espécies descobertas na Amazônia. Por causa da aparência - que lembra uma onça - ele foi batizado com o nome Ix, que significa jaguar no idioma maia.
foto: Adriano Gambarini/Conservation International
O Stenolicnus Ix é da família dos bagres, mas muito menor, cerca de 2 cm de comprimento, e foi encontrado quase no fim de uma das sete expedições do Museu Emílio Goeldi em parceria com a Universidade Federal do Pará, o grupo ambientalista Conservação Internacional (CI) na Estação Ecológica Grão Pará e o governo do Estado.
A espécie foi descrita na edição de janeiro da revista especializada Zootaxa . Os pesquisadores salientaram a dificuldade em se capturar o peixe, por causa de seu tamanho.
Ele foi literalmente peneirado no igarapé Curuá, um afluente da margem esquerda do rio Amazonas. A região faz parte da reserva ambiental considerada a maior área contígua do mundo totalmente protegida, com seus 4 milhões de hectares.

foto: Adriano Gambarini/Conservation International
A área é tão protegida que os pesquisadores tiveram que ser deixados de helicóptero no local.
Para ambientalistas, a descoberta reforça o argumento de que é preciso proteger a Amazônia com rigor.
"Descobertas como essa nos lembram de que ainda temos muito o que aprender sobre a biodiversidade da Amazônia. A área (da reserva) abriga espécies importantes, conhecidas e ainda não descritas pela ciência, e serviços ambientais essenciais", afirmou Patricia Baião, diretora do Programa Amazônia da CI-Brasil.

Planeta e Clima homepage Energias mais renováveis que as outras

Essa reportagem foi posta no site da BBC Brasil (09/05/11)




O Painel Intergovernamental para Mudança Climática, o IPCC, na sigla em inglês, divulgou nesta segunda-feira um relatório sobre o uso de energias renováveis no mundo. A fatia fica em torno dos 13% do total usado no planeta.
Parece muito, mas retiradas da equação biomassa e hidrelétrica, o percentual cai para minúsculos 0,5%. No país da polêmica usina de Belo Monte, todos conhecem os benefícios e também os potenciais problemas da expansão hidrelétrica.
Já a biomassa, o próprio IPCC admite que em vários países pobres e em desenvolvimento não passa da velha e boa lenha usada no fogão e no aquecimento. Difícil argumentar que em comunidades em que faltam serviços básicos possa haver grande preocupação em repor as árvores usadas, como seria pré-requisito para uma energia veramente renovável.
Isso sem contar com a eficiência dessa queima de biomassa, baixíssima e ainda poluente.

Crescimento acelerado
Em outras palavras, a fatia correspondente às energias mais frequentemente associadas à redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa - solar, eólica e geotérmica - ainda é ínfima. Mas ela vem crescendo, e muito.
O documento diz que nos últimos dois anos, a geração de energia solar e dos ventos cresceu entre 30% e 50% por ano. E que em 2009, renováveis, principalmente vento e solar, responderam por quase metade do crescimento na produção de energia global.
Na superindustrializada Alemanha, segundo maior exportador do mundo e que recentemente bateu recorde, as energias renováveis já são 17% do total, graças a incentivos cada vez maiores do governo.
A China é um dos principais responsáveis pelo crescimento da produção de energia renovável nos últimos anos, mais do que duplicando a sua capacidade eólica desde 2008, também na esteira de investimentos do governo.
Em tempos de discussão sobre os prós e contras de uma retomada da expansão da energia nuclear, o relatório do IPCC diz ainda que na maioria dos mais de 160 cenários científicos estudados, energias renováveis serão mais eficientes do que a nuclear para reduzir emissões até 2050.
A conclusão é que todas são energias de baixo carbono, mas algumas são mais renováveis que as outras.

Bioma Amazônia part.2


As águas e as matas: um equilíbrio delicado

No bioma amazônico, o mundo aquático é excepcional em extensão, volume das águas corrente, largura dos leitos dos rios e diversidades de seres vivos.
Com base em expedições, marcações de GPS e imagens de satélite, em junho de 2008, pesquisadores peruanos e brasileiros chegaram á conclusão de que o rio Amazonas se lança na mais longa viagem de um rio na Terra: 6.850km de extensão ( o rio Nilo tem 6.670km). Sua nascente esta bem próxima do oceano Pacífico ( a 5.300 metros de altitude), num pico seco e frio, e se parece com uma lâmina de água. Condicionado pelo regime de chuvas até chegar ao outro lado do continente, o “mar de água doce” e seus mais de 7 mil afluentes recortam e costuram a floresta, ligando diversos vilarejos.
Os rios amazônicos, bastante diferentes entre si e onde vive mais de 2 mil espécies de peixes, são a fonte de alimento, a “estrada” e a morada” de milhões de pessoas que habitam a imensa bacia de 5.846.100 km², a mais vasto do mundo.
A exuberância das florestas amazônicas é um cada à parte; elas constituem a fisionomia predominante que dão identidade ao bioma. Essas florestas abrigam cerca de 13% de todas as plantas conhecidas no mundo ; são mais de 40 mil espécies, das quais cerca de 30 mil são endêmicas, isto é, só existem nesse bioma e em nenhum outro lugar do mundo. Por isso galeras temos que preservar esse belo e rico ecossistema. Existem sete grandes grupos de vegetação amazônica brasileira. Esses grupos apresentam-se no bioma de diversas maneiras, dependendo do clima, da formação geológica, do relevo, do solo, da hidrografia e outros fatores naturais.
Amazônia: Grupos de vegetação no Brasil
Tipos
% s/ Amazônia
Sinônimos
Campinaranas
4,10

Florestas estacionais deciduais ou semideciduais
4,67
Mata seca
Florestas ombrófilas abertas
25,48

Florestas ombrófilas densas
53,63

Formação pioneiras com influência fluvial e /ou marinha
1,87

Refúgios montanos
0,029
Tepui
Savanas amazônicas
6,07
Cerrada
Outras formas de vegetação
4,15

Fonte: Meirelles filho, João. O livro de ouro da Amazônia. 5. Ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 206.p.58.
Como mostra a tabela acima, 83,78% da vegetação amazônica no Brasil é composta de formações florestais. As dominantes são as Florestas ombrófilas (Florestas constituídas pó espécies de vegetais cujo desenvolvimento é propiciado pelo clima chuvoso) densas localizadas nas áreas de terra firme, no centro do bioma, onde as chuvas são bem distribuídas ao longo do ano. Compostas, em geral, de árvores de médio e grande porte que podem chegar a 40 metros de altura, as florestas ombrófilas densas formam uma cobertura contínua que quase não permite a penetração da luz. Quando um gigante desse é derrubado na mata, uma comunidade inteira de vida que levou centenas de anos para alcançar aquele estágio se encerra abruptamente.
Assim pessoal é muito importante se fiscalizar e não deixar que isso ocorra, a não ser que essa queda seja natura, mas se ele for causada pelo homem temos que denunciar pois árvores de sem, duzentos, trezentos anos são derrubadas sem nenhum receio ou preocupação com o meio dela ou pelo fato da história dela, imagina quantos animais já se abrigaram ou comeram de seu fruto.
Há também as florestas ombrófilas abertas, que são próprias de áreas onde, por cerca de quatro meses, há uma estação mais seca. Cipós, palmeiras, bambus são típicos dessas florestas no Acre, Rondônia, Maranhão e norte do Mato Grosso.
Nas planícies que acompanham o rio Amazonas e seus afluentes, destacam-se duas formações vegetais regionalmente conhecidas como matas de igapó (permanentemente inundas) e mata de várzea (periodicamente inundadas). As duas dependem das inundações cíclicas dos rios, ao longo de suas margens, entre as estações seca e de enchente.
Ervas, arbustos, musgos e cipós  compõem a mata de igapó. È uma vegetação coberta o tempo todo pelas águas. A vitória-régia, maior planta aquática do mundo, desenvolve-se nessas matas inundadas.
É na mata de várzea que encontramos as palmeiras. Na Amazônia, há mais de 50 espécies de palmeiras e elas têm uma infinidade de usos: alimentações, confecção de chapéus, cordas, cestas, cobertura de casas etc.
Muitas espécies vegetais conhecidas na Amazônia são utilizadas pela medicina, pela indústria cosmética, pelos indígenas e pela população local. Há ainda milhares que nem se quer foram estudadas pela ciência, além de número incalculável de fungos, bactérias e outros organismos vivos.
Assim como os rios e a vegetação, os solos da Amazônia não são iguais. Há áreas de solos pouco férteis, desfavoráveis ao crescimento de espécies vetais, e também áreas de solos aproveitáveis.

Bom pessoal ai está mais um pedacinho do bioma Amazônia, estou fragmentando para não ficar muito extensso, espero que estejam gostando, até a próxima !!


terça-feira, 3 de maio de 2011

Bioma Amazônia

Bom pessoal continuando a serie de postagens sobre biomas vou começar com os biomas brasileiro e o primeiro deles é a Amazônia. As postagens sobre esse bioma será fracionada pois é um conteúdo muito vasto e obviamente não dá pra resumir , bom mais chega de enrolação...

A Amazônia  está em evidência. Nos últimos anos , seu futuro tem sido discutido de maneira incansável por pesquisadores, políticos, mídia e sociedade em geral, tanto no Brasil como no mundo. Não é pra menos; afinal, ela é um ícone mundial da biodiversidade, onde está a maior bacia hidrográfica, a maior floresta tropical e o maior conjunto de espécies de seres vivos do planeta.
Contudo, João Meirelles filho, estudioso desse bioma afirma que "  a  Amazônia é mais falado do que conhecida, mais discutida do que vivida, mais mito do que realidade".
Ao final dessas reportagens vamos ver se vocês concordam com ele ou não

Por muitos anos, a Amazônia foi vista como o "Pulmão do Mundo" e como um imenso "tapete verde e homogêneo", sem gente e sem história.Entretanto, pesquisas comprovaram que o oxigênio produzido na Amazônia é consumido por ela mesma, e o que nos mapas parece ser uma floresta plana e sem fim na verdade é um grande mosaico de paisagens, de ecossistemas diferenciados e de múltiplas culturas.
As várias "fazes" da Amazônia são definidas pelo relevo, pelos tipos de solo e pela distância dos rios. Planaltos, serras, rios de todas as extensões, pântanos, manguezais, florestas úmidas e secas, indígenas, ribeirinhos, centros urbanos e tantos outros elementos compõem o maior bioma do mundo.
São impressionantes os números da Amazônia. O bioma inteiro tem aproximadamente 6,5 milhões de km² , espalhados por nove países sul-americanos. No Brasil abrange 4.196.943 km², o que corresponde a 49,29% do território. Nove estados brasileiros estão incluídos na área desse bioma. Não é de admirar a pressão ecológica internacional e a presença constante das Forças Armadas do Brasil no território que corresponde a esse bioma.
De sua posição geográfica, segundo Aziz Ab'Sáber, "resultou uma fortíssima entrada de energia solar, acompanhada de um abastecimento quase permanente de massa de ar úmido, de grande estoque de nebulosidade, de baixa amplitude térmica ( a diferença entre a maior e a menor temperatura registrada em uma região) anual e ausência de estações secas pronunciadas em quase todos os seus subespaços regionais(...)."
O conjunto desses elementos  determinou um clima equatorial úmido com temperaturas elevadas e chuvas rápidas e concentradas ( precipitações médias entra 1.500 e 3.250 mm anuais). Apesar das variações regionais, o clima amazônico é considerado um dos mais homogêneos e de ritmo anual mais constante do Brasil inter tropical.

Bom pessoal  vou para por aqui se não fica muito extenso atá a próxima reportagem !!

Milhões de tartarugas morreram em redes de pesca nas últimas décadas, diz estudo

Segundo a BBC estudo diz que milhões de tartarugas morrem em redes de pesca nas última décadas.
Veja a reportagem:


Milhões de tartarugas marinhas foram mortas nas últimas duas décadas após ficarem presas em equipamentos de pesca, de acordo com uma pesquisa mundial publicada na revista científica Conservation Letters.
Descrita como a primeira análise global de dados disponíveis sobre o assunto, a sondagem, realizada por pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, analisou dados de capturas ocorridas em diversas regiões globais por conta de três equipamentos de pesca: as linhas longas, arrastões e redes.
O estudo afirma que entre 1990 e 2008 foram registradas 85 mil capturas acidentais de tartarugas. A pesquisa revelou índices particularmente altos de mortes desse tipo no Mar Mediterrâneo e no leste do Oceano Pacífico.
Segundo o pesquisador Bryan Wallace, que liderou o estudo, a situação das tartarugas no mundo é um bom indicador sobre as condições gerais da saúde dos oceanos.
De acordo com ele, apesar do alto número de capturas levantado pelo estudo, a quantia representa uma pequena fração do número total.
"Porque os documentos que observamos cobrem menos de 1% de todas as frotas, com pouca ou nenhuma informação sobre pequenas empresas, nossa estimativa conservadora é de que o número real de tartarugas capturadas acidentalmente em redes de pesca esteja não em dezenas de milhares, mas sim em milhões", disse ele.
Alternativas
As tartarugas marinhas precisam subir à superfície para respirar. Quando enroscam em uma rede ou anzol, elas não conseguem subir à superfície e se afogam.
O estudo afirma que uma mudança nos equipamentos de pesca pode ter um impacto significativo no número de animais capturados e mortos.
Os pesquisadores sugerem, por exemplo, a substituição dos anzóis convencionais, em forma de gancho, pelos anzóis circulares. Além disso, a pesquisa recomenda ainda o uso mais abrangente de materiais conhecidos como dispositivos de exclusão de tartarugas (DET) , que previnem a entrada dos animais nas redes de pesca e permitem que escapem, caso sejam capturados.
Alguns países exigem que as companhias de pesca usem dispositivos para reduzir a captura acidental de outras espécies, mas algumas empresas resistem à ideia alegando que teriam seus lucros reduzidos.
Seis entre os sete tipos de tartarugas marinhas estão na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas.
Acredita-se que o número de espécies da tartaruga de couro, capazes de crescer mais de 2 metros, tenha diminuído em mais de 75% entre 1982 e 96.
As tartarugas marinhas sofrem ainda outras ameaças como mares poluídos com sacos plásticos e a perda de seus habitats naturais.

Ursos polares acordam em canteiro de obras

Segundo a BBC Brasil dois ursos polares despertaram de seu sono de hibernação dentro de um canteiro de obras no Alasca, nos Estados Unidos.
Ao se acomodarem no local, em outubro de 2010, nada existia na ilha de Spy, construída artificialmente no norte da baía de Prudhoe, no Alasca.
Mas, ao saírem de sua toca no dia 18 de março deste ano, tudo estava mudado.
Os animais se aninharam na ilha em outubro e despertaram em março

Trabalhadores da empresa petrolífera italiana Eni ficaram surpresos com a aparição dos animais selvagens.
A empresa entrou em contato com o Serviço de Pesca e Natureza dos Estados Unidos, que então enviou um biólogo para avaliar a situação.
O profissional filmou os animais brincando em frente às obras do local nos dias 20 e 21 de março.
Os trabalhos no local foram suspensos por alguns dias até a saída dos ursos, quando o governo americano autorizou a retomada das obras.