domingo, 5 de fevereiro de 2012

Amazônia perdeu 207 km² de floresta no último bimestre de 2011


A floresta amazônica perdeu 207,59 km² de cobertura vegetal em novembro e dezembro de 2011, de acordo com novos dados divulgados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
O Pará foi recordista no desmatamento, com 58,56 km², seguido pelo Mato Grosso, com 53,81 km².
Os números são do Deter, o sistema de monitoramento em tempo real do Inpe.
Eles representam um salto de 54% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar disso, o Inpe diz que essa comparação não é correta.
Segundo o instituto, a grande quantidade de nuvens fez com que 44% das observações da Amazônia pelo Deter fossem inviabilizadas.
Entre novembro e abril, acontece a chamada a época de chuvas na Amazônia, que torna mais difícil a observação por satélites devido à quantidade de nuvens que cobrem a região.

Fonte: Folha.com

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Companhia ambiental de SP aponta falhas no plano do pré-sal

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) rejeitou, em agosto, o plano de emergência apresentado pela Petrobras no processo de licenciamento do sistema de produção do polo pré-sal, na bacia de Santos.

O plano inclui o campo de Carioca Nordeste, onde na segunda-feira ocorreu um vazamento de 160 barris, de acordo com a Petrobras.
A estatal fazia um teste de produção quando detectou o derramamento a cerca de 300 km do litoral de São Paulo.
A Cetesb diz que o licenciamento coube ao Ibama, por se tratar de uma área da União. O parecer da companhia tinha como objetivo subsidiar o órgão federal.
Para a Cetesb, "vários itens de segurança" foram "atendidos apenas parcialmente". Entre eles, cita "procedimentos para comunicação, controle, contenção, recolhimento do óleo derramado, monitoramento e dispersão das manchas, limpeza de áreas atingidas, coleta e disposição dos resíduos", além de medidas para proteger áreas sensíveis e a fauna.
Para Segen Estefen, diretor da Coppe/UFRJ, o país precisa de um "centro independente" para monitorar acidentes. Hoje, disse, o trabalho está a cargo só das empresas.
A Petrobras informou, no início da noite desta quinta-feira, que a Cetesb avaliou somente o plano de emergência local de Carioca Nordeste, "sem conhecer o plano regional". Segundo a estatal, esse plano complementa o plano local e atende a as pendências apontadas pelo órgão ambiental. "O Ibama avaliou e aprovou os planos local e regional", informou.
Ainda de acordo com a Petrobras, os planos de emergência são testados em simulacros e aprovados pelos órgãos competentes. "Todos os procedimentos de contingência adotados obedecem rigorosamente aos planos de emergência."
Editoria de Arte/Folhapress


Fonte: Folha.com

Petrobras recolheu 15 mil litros de água oleosa após vazamento


A Petrobras informou nesta quarta-feira que já recolheu do mar 15 metros cúbicos --o equivalente a 15 mil litros-- de água oleosa após o vazamento de petróleo de um poço
operado pela estatal na área do pré-sal, na bacia de Santos.

Segundo a empresa, a água oleaginosa será tratada conforme determina a legislação ambiental.

A Petrobras afirmou que "todos os procedimentos de contingência vêm sendo adotados desde ontem" para conter o óleo, vazado após um rompimento no duto vertical de teste de produção, que liga a plataforma à cabeça do poço. A plataforma opera na área de Carioca Nordeste.
"Os procedimentos foram iniciados logo após a identificação da ocorrência", disse nota divulgada pela estatal.
Três embarcações recolhedoras de óleo percorreram ontem à tarde o local. Além delas, outros dois barcos dão apoio à dispersão mecânica do restante do óleo derramado.
Nesta quarta-feira, foram realizados dois sobrevoos na região, com a presença de representantes do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) e da ANP (Agência Nacional do Petróleo). A Petrobras ressaltou que, nessa inspeção, foi identificada apenas uma área com vestígios dispersos de óleo.
As manchas encontradas ocupam uma área de 70 km quadrados, o equivalente a pouco menos de dez campos de futebol. Nos primeiros dias, a área da mancha de óleo formada pelo derramento da Chevron, em novembro, chegou a 163 km quadrados, mas foi de dissipando com o passar do tempo até desaparecer no final daquele mês.
"Todos os recursos de contingência continuam na área e só serão desmobilizados após autorização dos órgãos competentes", frisou a nota divulgada pela estatal, acrescentando que as causas da ocorrência ainda estão sendo investigadas.

Fonte: Folha.com

Manchas de óleo que vazou da Petrobras ocupam 70 km quadrados

Em sobrevoo realizado na manha desta quarta-feira, técnicos da Marinha avistaram "manchas dispersas" de óleo na região do vazamento da Petrobras, na bacia de Santos (a cerca de 300 km do litoral de SP), que, juntas, ocupam uma área estimada de 70 kms quadrados.

Segundo nota da Marinha, as manchas são compostas de uma fina camada de óleo. Não foi, porém, determinado ainda o volume de petróleo derramado --estimado inicialmente apenas pela Petrobras em cerca de 160 barris.
Nos primeiros dias, a área da mancha de óleo formada pelo derramento da Chevron, em novembro, chegou a 163 km quadrados, mas foi de dissipando com o passar do tempo até desaparecer no final daquele mês. Os 70 km quadrados da mancha avistada agora pela Marinha correspondem a uma área de pouco menos de dez campos de futebol.
O comunicado diz que as manchas, ao se deslocarem na direção sudoeste, indicam "baixa possibilidade do óleo alcançar o continente", confirmando o que havia sido informado pela Petrobras.
Marinha do Brasil
Imagem mostra manchas de petróleo que vazou de poço da Petrobras
Imagem mostra manchas de petróleo que vazou de poço da Petrobras
O sobrevoo foi realizado entre 6h50 e 8h50 por um helicóptero que decolou da Fragata Niterói, enviada pela força armada para acompanhar os desdobramentos do acidente.
De acordo com a Marinha, foi possível acompanhar o trabalho de contenção das manchas feitos por três embarcações da Petrobras.
Diante do acidente, a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, vinculada à Marinha, instaurou nesta terça-feira, inquérito administrativo para apurar as causas do vazamento

Fonte: Folha.com

Mancha de óleo está a 250 km de Ilhabela, mas não atingirá costa, diz ANP


A ANP (Agência Nacional do Petróleo) informou que a mancha de petróleo que vazou de um poço operado pela Petrobras no pré-sal está a 250 km de Ilhabela (SP).
Entretanto, afirmou a agência, não há indicativo que o óleo possa atingir a costa.
A agência designou uma equipe para apurar o acidente, que está se deslocando para o local e deverá fazer vistoria a bordo da plataforma a partir de amanhã (1º).
"O poço foi fechado, contendo definitivamente o vazamento. As ações para conter a mancha estão em andamento", diz a nota da agência.
Cerca de 160 barris de petróleo vazaram de um poço da Petrobras perfurado na camada pré-sal da bacia de Santos.
Na área, a estatal realiza um teste de produção com um navio-plataforma, batizado de FPWSO Dynamic Producer. A unidade foi alugada pela companhia para realizar o chamado teste de longa duração como de Carioca Nordeste, na região onde estão outras importantes descobertas do pré-sal como o campo de Lula.
A Petrobras informou que o poço estava em produção no momento do acidente, que provocou "um rompimento na coluna de produção", ou seja, no duto perfurado na rocha por onde o óleo flui até a cabeça do poço. O vazamento ocorreu entre o solo e a linha d'água.
No vazamento da americana Chevron, foram derramados 2.400 barris de óleo e o vazamento levou dias para ser contido porque o petróleo continuava a escapar por fissuras no fundo do mar, embora o poço estivesse fechado. O acidente da Chevron despejou, portanto, um volume 14 vezes superior ao informado incialmente pela Petrobras.
A estatal afirmou que a operação de fechamento do poço foi concluída com sucesso e que o vazamento já cessou.


Fonte: Folha.com

Petrobras detecta vazamento de petróleo em poço do pré-sal

A Petrobras informou nesta terça-feira que detectou um vazamento de cerca de 160 barris de petróleo de um poço da companhia perfurado na camada pré-sal da bacia de Santos, a cerca de 300 km do litoral do Estado de São Paulo.

Na área, a estatal realiza um teste de produção com um navio-plataforma, batizado de FPWSO Dynamic Producer. A unidade foi alugada pela companhia para realizar o chamado teste de longa duração como de Carioca Nordeste, na região onde estão outras importantes descobertas do pré-sal como o campo de Lula.
Segundo a Petrobras, "não há possibilidade do petróleo chegar à costa brasileira."
A Petrobras informou que o poço estava em produção no momento do acidente, que provocou "um rompimento na coluna de produção", ou seja, no duto perfurado na rocha por onde o óleo flui até a cabeça do poço.
Segundo a estatal, o volume de 160 barris é uma "estimativa preliminar". O plano de emergência, diz a companhia, já foi acionado.
No vazamento da americana Chevron, foram derramados 2.400 barris de óleo e o vazamento levou dias para ser contido porque o petróleo continuava a escapar por fissuras no fundo do mar, embora o poço estivesse fechado. O acidente da Chevron despejou, portanto, um volume 14 vezes superior ao informado incialmente pela Petrobras.
A estatal afirmou que a operação de fechamento do poço foi concluída com sucesso e que o vazamento já cessou. Ou seja, não há mais risco, de acordo com a companhia, de aumentar o volume de óleo derramado no mar.
"Foram mobilizados todos os recursos necessários para o recolhimento do petróleo no mar."
De acordo com a Petrobras, a Marinha do Brasil, o Ibama e a ANP (Agência Nacional de Petróleo) já foram comunicados oficialmente sobre o acidente. As causas, diz a estatal, "estão sendo investigadas".
Editoria de Arte/Folhapress


Fonte : Folha.com

Caramujo engole peixe depois de paralisá-lo com veneno, veja vídeo


Um programa da BBC capturou em vídeo o momento exato em que um caramujo engole um peixe, depois de paralisar sua presa com um veneno, transmitido por um pequeno "arpão" que possui em seu corpo.
BBC
O caramujo conus é considerado um dos mais venenosos e pode até matar um ser humano; assista ao vídeo
O caramujo conus é considerado um dos mais venenosos e pode até matar um ser humano; assista ao vídeo
O caramujo conus (Conus geographus) é uma das maiores espécies de invertebrados, podendo até matar um ser humano.
Há mais de 640 espécies diferentes de caramujos predatórios desse tipo, a maior parte dos quais vive em regiões tropicais.
Os caramujos cone são a maior espécie conhecida de invertebrados. Eles comem moluscos, vermes e peixes, que paralisam usando o seu "arpão" e o veneno, que contém até 200 toxinas distintas.

Fonte: Folha.com